"Les petits canards" é uma das canções de Henri Dès: cantor, compositor e intérprete suisso, nascido em 14 de dezembro de 1940. Seu primeiro album saiu em 1977 e desde então temos o universo musical de Henri comAlbert Le Vert e les Babibouchettes(marionetes que fizeram parte de um programa de tv suisso de 1981 a 1999 e cantam com Henri em diversas músicas).
Algumas das maiores qualidades de Henri:
canções que fazem as crianças exergarem o cotidiano; letras que valorizam situações muito importantes para o mundo infantil
e estimulam o aprendizado da língua francesa através da brincadeira.
"Regarde le joli canetonComme il tourne, tourne, tourne en rondIl est à peine sorti d'un œufTout neufIl va peut-être bien se cognerN'a pas encore appris à nagerMaman le regarde du coin, coinCoin de l'œil, coin de l'œilIl va peut-être bien se cognerN'a pas encore appris à nagerMais maman le surveilleDans son coin, coin
Regarde les trois petits canards
Comme ils sautent, sautent dans la mare
Et sont à peine sortis d'un œuf
Tout neuf
Ils vont peut-être bien se noyer
N'ont pas encore appris à nager
Maman les regarde du coin, coin
Coin de l'œil, coin de l'œil
Ils vont peut-être bien se noyer
N'ont pas encore appris à nager
Eh bien, maman les surveille
Dans son coin, coin
Regarde les dix petits canardsComme ils tournent et plongent dans la mareIls sont à peine sortis d'un œufTout neufIls barbotent avec les p'tits copainsDes cousines et puis des p'tits cousinsMaman les regarde du coin, coinCoin de l'œil, coin de l'œilIls barbotent avec les p'tits copainsDes cousines et puis des p'tits cousinsEt maman refait l'œufDans son coin."
La Fête de Halloween¹ é comemorada na noite de 31 de outubro para Primeiro de novembro em diversos países; entretanto na França ela é pouco festejada. Já no Canadá a palavra Halloween recebe o artigo definido (L') e dizemos l’Halloween e ela é bastante comemorada neste país, com roupas, canções e doces típicos. Mesmo sem uma grande tradição na França, o Halloween traz cada vez mais a tradição de la chasse aux bonbons (caça aos doces): As crianças pedem doces na vizinhaça e dizem: - Bonjour! Farce ou friandise???
Pelos registros históricos o Hallowenn foi inventado pelos Celtas há mais de 2000. Lembro que foram os Celtas que influenciaram nossa maneira de contar em francês para os números soixante-dix, quatre-vingts e quatre-vingt-dix.
A palavra Halloween vem do inglês arcaico “All Hallow Even” que significa “la veille de tous les saints” a véspera de todos os santos. Na França é no dia primeiro de novembro que vamos ao cemitério homenagear e honrar os mortos.
O maiores símbolos desta festa são a abóbora que às vezes é substituída pela abóbora menina. Elas são cortadas para formar um rosto e se coloca uma vela o que evoca à lenda irlandesa de Jack-o’-lantern, um homem que em vida teria sido ávaro e mentiroso e que conseguiu enganar o Diabo, e depois de diversas aventuras foi condenado a vagar sem rumo até o Dia do Juízo Final, pois não é bem vindo nem no céu e nem no inferno.
O filme L'Étrange Noël de Monsieur Jackde Tim Burton, no qual temos o personagemJack Skellington, faz referência a esta lenda. Mas Jack Skellington é bem diferente de Jack-o’-lantern
No vídeo a seguir o momento no qual Jack descobre Le Monde du Noël e se pergunta: "-Que vois-je?":
E para concluir este vídeo muito interessante de "1 jour 1 question":
No dia 2 de novembro de 1932 nasceu na cidade francesa de Bordeaux Michel Oliver. A mãe de Michel foi uma dedicada professora e o pai, Raymond Oliver, foi um grande Chef de cozinha, que por 35 anos teve o restaurante Le Grand Véfour, na margem direita do Sena, neste período floresceu um espaço de criação de pratos impecáveis servidos para intelectuais, artistas e pessoas que aprecaim a boa gastronomia, entre os habitués da cozinha da família Oliver temos Simone de Beauvoir e o tão amado Jean Cocteau. Sob o comando de Raymond Oliver Le Grand Véfour manteve 3 estrelas Michelin por 30 anos, até a venda do restaurante para outra família. Neste mundo de educação, cultura e arte cresceu Michel Oliver.
Em 1963, já trabalhando com o pai no Grand Véfour, Michel publicou "La cuisine est un jeu d'enfants" com prefácio de Jean Cocteau e desenhos do próprio Michel.
"La cuisine est un jeu d'enfants" ("A cozinha é uma brincadeira de crianças") revela o quanto Michel Oliver é précurseur: Michel acredita na capacidade das crianças (e de todos) para cozinhar e para apreciar os pratos. E, Michel fez tudo isto, muito antes da moda de gastronomia que vivemos atualmente.
Após a publicação de "La cuisine est un jeu d'enfants" Michel Oliver segue com o trabalho no Grand Véfour. Ele publica mais livros e, em 1970, Michel abre diversos Bistrots em Paris.
No ano de 1978 é lançado na televisão o programa de culinária "La vérité est au fond de la marmite" ("A verdade está no fundo da marmita"), Michel torna-se ainda mais conhecido e reconhecido graças ao programa televisivo.
Michel Oliver publicou diversos livros de gastronomia. Para nossa sorte Michel está vivo e bem. E a família Oliver continua no lindo mundo da gastronomia, os filhos de Michel seguem o mesmo ofício do avô e do pai.
O trabalho de Michel Oliver com as crianças foi tão valoroso e meritório que, em 2000, nasceu uma série de desenhos animados com o mesmo nome do primeiro livro de Michel, no Youtube podemos assistir aos episódios e aprender receitas com um verdadeiro Chef francês, o qual tempera todos os pratos com respeito, carinho, risadas e amor.
Podemos também assistir a alguns episódios de "La vérité est au fond de la marmite" graças ao INA - Institut National de l'Audiovisuel, órgão fundamental, nossa biblioteca de l'audiovisuel en France:
Os séculos XIX e XX presenciaram enormes alterações na maneira de preparar os alimentos e no modo de nos relacionarmos com a alimentação: muitos alimentos ultraprocessados, pessoas que comem em frente à televisão ou andando, sem a vivência da interação com outros seres amados e sem preparar nenhum dos alimentos que as nutrem (ou deveriam nutrir).
E Michel Oliver, desde sempre précurseur nos traz a beleza e a possibilidade de nós mesmos prepararmos comidas nutritivas e lindas, as quais alimentam nosso corpo, trazem beleza e nutrem a nossa alma.
Conheçam e apreciem Michel Oliver e o lindo trabalho deste Chef único e tão generoso.
"Les enfants aiment trois choses ce qui est sale dangereux et bruyant... La cuisine réunit les trois." Michel Oliver
("As crianças amam três coisas: o que é sujo, perigoso e barulhento... A cozinha reune as três.")
Michel Oliver com seu pai Raymond Oliver e com o filho Bruno no Grand Véfour
A todos, maravilhosos encontros com Michel Oliver.
Em 2014 conheci Simon, um coelhinho muito simpático e amoroso que dizia aos pais: "-Je veux pas aller à l'école!" ("-Não quero ir à escola!").
Neste momento eu trabalhava no Lycée Pasteur e com meus alunos tout-petits, graças ao nosso amigo Simon, trabalhamos muitas questões como: Medo de novos espaços e pessoas, Descobertas, Novos Amigos, Confiar nas pessoas etc
E, também, descobri o mundo lindo e generoso de Simon com livros e desenhos animados muito sensíveis e perspicazes sobre questões de humanos de todas as idades.
Além de tudo isto, com Simon podemos aprender e praticar a língua francesa.
Simon foi criado pela escritora Stephanie Blake, americana que vive em Paris com enorme obra infantil.
O primeiro livro de Simon é, o best seller, Caca boudin, publicado em 2002.
Simon com seus livros e desenhos animados nos traz uma série de aventuras.
Em relação aos livros busquem sentir a estória, observar as figuras. Na escrita a autora utiliza algumas estruturas complexas, tempos verbais com passado: -Não sofram com isto!!! O importante é o todo da narrativa.
Aqui um convite para fruir da beleza das relações humanas em francês e da língua francesa na companhia de Simon e sua turma:
Com muita alegria começamos os estudos de língua e cultura francesa e depois de trabalharmos as saudações, alguns verbos e vocabulários em francês chegamos ao importante dia de sistematizar les Nombres!!!
Les nombres, les chiffres, são fundamentais para comunicação, como eles perguntamos os preços, preenchemos cheques, escutamos, falamos, escrevemos e lemos: endereços, telefones, horas, temperaturas, idades, além de os números sempre serem solicitados em exames. Portanto, é um tema bastante importante na língua francesa.
De zéro à soixante-neuf há algumas pequenas diferenças, mas os algarismos são muito semelhantes à língua portuguesa; porque nas duas línguas seguimos a estrutura de pensamento decimal.
Quando chegamos ao Soixante-dix (70) temos a soma de soixante + dix e podemos sentir um pouco de diferença, mas ainda estamos na base 10 (contamos a partir dos dedos das duas mãos).
Entretanto, no momento no qual conhecemos le quatre-vingts (80) muitos estudantes assustam-se e pensam: "-Que difícil!", "-Nunca aprenderei isso!"
Mas isso é um medo inicial, você aprenderá os números e muito mais en français.
Sabemos que a língua é viva e reflete a forma de estruturar o pensamento e a história dos povos. Quando chegamos ao número 80 é exatamente isso o que acontece: em decorrência das invasões dos Celtas (os quais pertencem à família linguística Indo-européia) a maneira Celta de conceber os números entra na língua francesa. Por isso de 80 à 99 trabalhamos na base 20, consideramos mãos e pés na hora de realizar contas.
Na Suiça e Bélgica, par exemple, não seguimos este pensamento e 70, 80 e 90 são formados na base dez.
Para internalizar os números, recomendo que você ouça e pratique bastante a pronúncia dos números; logo eles te serão familiares.
Coloco a seguir um vidéo do canal Arte, aqui temos a história dos números:
Le Chat Potté da imagem deste texto é o gato corajoso, simpático, inteligente e bonito que no filme norte-americano de 2004 "Shrek 2" ajuda o ogro, a princesa e o Burro. A partir deste filme o Gato se torna personagem fundamental nos filmes de Shrek. o Gato de Botas é tão querido e impactante que em 2011 foi lançado o filme dele sozinho e um curta chamado "Le Chat Potté et les trois diabolos".
O Chat Potté dos filmes é inspirado no conto "Le maître chat ou le chat botté", escrito pelo francês Charles Perrault (1628 - 1703) em 1695.
Nesta história que comoveu gerações desde que foi publicada nos traz um gato com o poder da palavra e grande inteligência e este ser que poderia ser visto como frágil, pequeno e tantos outros adjetivos que o tornariam incapaz que realizar seus objetivos; este pequeno gato trará paz e riqueza para seu dono, o Marquis de Carabas e para si mesmo.
O Chat Potté contemporâneo tem algo deZorro; vejam como o Gato faz sua assinatura com a espada na árvore. Há também uma brincadeira com palavras pois nosso querido amigo Chat tem um grande chápeu, em francês: "Chapeau" que pronuncia-se [chápô]e para o nome Chat Potté dizemos[chápôtê].
Para quem quiser conhecer mais sobre Le Chat Potté recomendo:
1. o curta "Le Chat Potté et les trois diabolos", ele está a seguir:
Les gâteaux, os bolos, trazem momentos especiais para os franceses de todas as idades.
Quando os preparamos com as crianças temos a oportunidade de realizar uma tarefa na qual os "recém-chegados" (um modo como os pequeninos são chamadas pela filósofa Hannah Arendt) tem uma responsabilidade: nos ajudar a preparar o bolo. E um incentivo, pois fica claro, para as crianças, que confiamos na capacidade delas.
Enquanto preparamos o bolo podemos conversar e incentivar os recém-chegados a falar com clareza. Quando uma pessoa se exprime de forma clara ela pensa de forma clara também.
A educação francesa busca desenvolver a autonomia e o respeito, o pensamento ordenado e a expressão clara desde o início da infância.
As crianças francesas sabem que fazem parte do mesmo mundo que seus pais.
Eles precisam sempre cumprimentar as pessoas e no momento das refeições as crianças se sentam à mesa com os adultos e comem o mesmo menu (ele pode ser adequado para a idade, mas será o mesmo cardápio). Na França come-se 3 refeições por dia e 2 lanches, não mais que isso.
As crianças são totalmente capazes participar das refeições. A cada nova refeição, seja em casa, seja em restaurantes, fica mais evidente para os pequenos que eles fazem parte do mesmo mundo que os seres maiores e, portanto, devem e podem se comportar e aproveitar o momento da refeição. (Não existe dar janta para a criança antes de ir ao restaurante.)
As crianças podem sair antes dos adultos da mesa; e à noite, quando bem pequenos, nem sempre jantam com pais pois elas dormem cedo.
As crianças tem horários e responsabilidades desde sempre e isso as ajuda muito.
A pediatra e psicanalista francesa Françoise Dolto solicitava das crianças maiores que ela atendia o pagamento das sessões. -Como assim?! Françoise pedia que as crianças a pagassem com uma flor, um galho ou outro objeto, isto é simbólico para que as crianças percebam que possuem independência-autonômia, responsabilidade e também recursos.
As crianças na França estão dentro da sociedade humana desde que nascem.
(Diferente da América, onde em muitos países as crianças são "outras coisas" sem responsabilidades e nem capacidades. Pelos filhos muitos pais da América se anulam, isso não é bom para ninguém. E diversas vezes colocam um monte de atividades para o filho: inglês, judô, informática etc e entretanto não permitem que ele conviva e descubra-se. Isso não o ajuda na formação como pessoa.)
Confiança, autonômia e respeito são palavras chaves na cultura francesa. Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre a educação francesa recomendo o livro "As etapas decisivas da infância" de Françoise Dolto.
A seguir os links para as receitas do Gâteau au Nutella e do Gâteau au Yaourt, a preparação destes bolos pode ser um momento de descoberta para as crianças, de trabalho em equipe (filhos e pais) e de confiança na capacidade dos recém-chegados com tanto a descobrir neste novo mundo tão diferente do ventre materno.
Este
bolo é tradicional na França, ele é preparado pelas crianças em
casa e na escola.
Ingredientes
(a medida é feita pelo Pote de Iogurte):
1
banana madura
2
potes (200g) de iogurte de soja (do sabor que você preferir) 2 e
½ potes de açúcar demerara (ou 1 e ½ xícaras de chá) ¾ de 1
pote de óleo (o óleo que você tiver em casa: Girassol, Soja...) 2
e 1/2 potes de farinha de trigo 1 colher de chá de fermento em
pó
4
ovos
Modo
de preparo: 1.
Pré aqueça o forno a 180ºC .
2.
Unte uma forma pequena com óleo e farinha e a reserve.
3.
Amasse a banana. 4. Coloque em uma tijela os ovos inteiros
quebrados, a banana amassada, o açúcar e o óleo e misture bem
estes ingredientes. 4. Em seguida peneire a farinha de trigo e
coloque-a na mistura.
5.
Acrescente, então, o iogurte e mexa bem, se tiver um fouet ele ajuda
bastante a misturar os ingredientes. 5. Para concluir, adicione o
fermento em pó e bata delicadamente. 6. Asse o bolo até que ele
cresça e fique dourado (por
cerca de 40 minutos),
ele ficará bem fofinho.
Hoje é o Dia da Mentira no Brasil. Na França, Canadá, Bélgica, Suiça e outros países, como o Japão, comemora-se o Poisson d'avril.
No Poisson d'Avril acontecem brincadeiras amigáveis e pode-se grudar um peixe (de papel!) nas costas dos amigos, termina-se a diversão com a frase: "-Poisson d'avril!"
Hoje meus alunos da terceira série da escola Franco-Brasileira em que trabalho e eu concluímos nossas atividades de francês deste ano.
Nos meses de novembro e dezembro trabalhamos a estória "Le loup", do escritor francês Marcel Aymé.
Neste conto há um momento em que Delphine et Marinette, as duas irmãs e personagens principais, brincam da canção "Promenons-nous dans les bois"¹.
E hoje, último dia de aula, ainda com duas atividades sobre Le loup para fazermos, uma das minhas alunas chega na sala de aula com um presente pra mim:
O desenho a seguir que ela fez em casa, após a primeira leitura de Le loup.
Este é um dos momentos que eu digo: -É muito mágico trabalhar com crianças e com a língua e cultura francesa.
A partir do nosso trabalho (de leitura do texto, de imagens, com as canções "Promenons-nous dans les bois" e "Mon gros loup, mon p'tit loup", com vocabulário das roupas etc) o estudo fez sentido para minha aluna que, sozinha em casa, sem eu pedir, pensou sobre a nossa estória e criou uma expressão.
escrito no desenho:
Loup: -Peraí, eu ainda estou de cueca!!!
Delphine: -Nós não temos o dia todo.
Marinette: -Vai logo, Loup!!
Merci beaucoup!!!
Angelina
¹ versão em português: "Vamos passear na floresta, enquanto seu lobo não vem"
Para todos os estudantes de língua francesa indico a página da Tv5 "Les expressions imagées d'Archibald", nela pode-se conhecer e aprender diversas expressões idiomáticas de países francófonos.
Este aprendizado quase lúdico e muito prazeroso propicia aquisição de novo vocabulário, além da convivência com a estrutura gramatical da língua francesa, pois cada expressão tem um pequeno texto de explicação em francês.
&Um punhado de lindos Ratos: nada mais francês do que les souris que vivem na França.
&O grupo brasileiro Palavra Cantada.
& Cantando a história de um rato que tem coragem de ser o que é; da mesma forma que faz Rémy, o rato Chef de cozinha do filme Ratatouille, que vai atrás dos seus sonhos.
& E uma música universal do mundo infantil feita para as criançasde todas as idades.
Isso tudo na mistura exata et... voilà:
temos a música "O Rato" para alimentar os corações.
"Mas sempre tem um que é diferente Tem sempre um que até surpreende a gente ... É um rato que ao invés de catar Lasquinhas de queijo e comer na rua Prefere mil vezes um beijo Um beijo brilhante da lua"
Elmer é o elefante xadrez.
Sua estória foi escrita por David McKee.
Sugiro a leitura de Elmer para trabalhar cores e direções e muito mais ainda pelo prazer de ler.
Coloco abaixo uma interpretação do texto que nos conta as aventuras desse elefante qui fait rire tous les éléphants.
-Bonne lecture!
No meu trabalho com crianças vejo diariamente que a reflexão de José Paulo Paes na frase "Para escrever para crianças deve-se fazer como para adultos, só que melhor" é real.
As crianças são ávidas pelo mundo das palavras e não se contentam com literatura medíocre.
Sugiro aqui toda a obra para crianças de José Paulo Paes e o livro O Sr Raposo Adora livros de Franziska Biermann,
“poesia é brincar com palavras como se brinca com bola, papagaio, pião. Só que bola, papagaio, pião de tanto brincar se gastam. As palavras não: quanto mais se brinca com elas mais novas ficam". J P Paes.
Je m'appelle Funny Bear Je m'appelle Funny Bear Je m'appelle Funny Funny Funny Funny Funny Bear J'ai un p'tit ventre mou et un slip kangourou Je suis pas comme les autres tout doux moi, je suis un p'tit loup...